Offline-first é o estado padrão do canteiro, não a exceção. João Pedro navega a hierarquia espacial da obra (torre → pavimento → unidade → cômodo) e cada porta nasce com identidade única no próprio aparelho — antes mesmo de existir conexão. Quando a rede volta, a fila sincroniza sem duplicar nada.
Por que assim: catálogo e árvore das obras ficam cacheados no aparelho — o app abre e funciona sem rede nenhuma.
Por que assim: se o apto não existe no cadastro, o medidor cria na hora, já no padrão da torre — o campo nunca fica travado esperando o escritório.
Por que assim: a hierarquia espelha o prédio físico — a porta herda a localização inteira e nunca precisa ser digitada de novo.
Por que assim: teclado numérico grande e milímetro como unidade única — menos erro de digitação com luva e poeira.
Por que assim: "duplicar da anterior" e a replicação por andar-tipo cortam o grosso da digitação em prédio repetitivo.
Por que assim: o comprovante de medição assinado vira documento no CRM do cliente — prova formal do que foi levantado em campo.
Por que assim: cada registro nasce com UUID no aparelho — reenviar nunca duplica; o conflito raro se resolve por timestamp, com log.